Crescimento da indústria do milho amplia demanda por válvulas especializadas
12.05.2026
12.05.2026
Com aplicações em moagem, produção de amidos, xaropes, etanol, utilidades e sistemas de limpeza, soluções da empresa contribuem para segurança, eficiência e confiabilidade operacional
O milho segue como uma das principais matérias-primas do agronegócio e da indústria brasileira, com presença em cadeias que vão de alimentos e ingredientes ao etanol, nutrição animal e processos industriais. Segundo o levantamento da safra 2025/26 da Conab, a produção brasileira de milho deve atingir 139,6 milhões de toneladas, em uma área estimada em 22,48 milhões de hectares. O relatório também aponta avanço projetado de 4,5% no consumo doméstico, impulsionado pela maior demanda da indústria de etanol.
Esses dados ampliam a necessidade de plantas industriais mais eficientes, seguras e preparadas para operar de forma contínua. Assim, as válvulas industriais assumem papel estratégico no controle e direcionamento de fluidos em diferentes etapas do processamento do milho.
Para Henrique Botura, gerente geral de vendas e marketing da GEMÜ do Brasil, a diversidade de aplicações exige soluções específicas para cada etapa da cadeia. “As soluções da GEMÜ podem ser aplicadas em diversas fases do processamento do milho, incluindo moagem, separação, produção de amidos, glicoses e xaropes; fermentação, produção de etanol, tratamento de água, utilidades e sistemas CIP/SIP. As válvulas atuam no controle e direcionamento de fluidos como água, vapor, produtos químicos, líquidos viscosos e fluidos de processo em geral”, afirma.
Entre os principais modelos utilizados estão as válvulas diafragma, borboleta, esfera e de controle. As válvulas diafragma são indicadas para aplicações que exigem maior higiene e segurança de processo, especialmente em linhas voltadas à indústria alimentícia. Já as válvulas borboleta são aplicadas em bloqueio e controle de fluxo em linhas de maior diâmetro. As válvulas esfera oferecem acionamento rápido e alta confiabilidade, enquanto as válvulas de controle auxiliam na automação e no ajuste preciso de vazão, pressão e temperatura.
O processamento do milho envolve desafios como fluidos abrasivos, variações de temperatura, líquidos viscosos, presença de produtos químicos agressivos e operação contínua com alta demanda produtiva. Em aplicações como fermentação e produção de etanol, também são necessários equipamentos resistentes à corrosão e com elevada confiabilidade, para evitar paradas não programadas e perdas de produção.
“As válvulas têm papel fundamental no controle seguro e eficiente dos processos, garantindo estabilidade operacional, redução de desperdícios e maior repetibilidade produtiva. Soluções automatizadas permitem controle mais preciso dos parâmetros do processo, contribuindo para aumento da produtividade, padronização da qualidade final e redução de falhas operacionais”, explica Botura.
Segundo o executivo, as exigências variam conforme a aplicação. Em processos alimentícios, como produção de amidos, glicoses e xaropes, ganham destaque os requisitos sanitários, a facilidade de limpeza e a conformidade com normas da indústria de alimentos e bebidas. Já em aplicações industriais, como o etanol, o foco recai sobre resistência química, durabilidade, desempenho em ambientes agressivos e capacidade de suportar operação contínua.
“A GEMÜ apoia seus clientes com soluções personalizadas, suporte técnico especializado e tecnologias voltadas ao aumento da eficiência operacional e à redução de custos de manutenção. Mais do que fornecer válvulas e sistemas de automação, atuamos próximos aos clientes para entender os desafios de cada aplicação e recomendar a solução mais adequada para garantir confiabilidade, segurança e desempenho”, completa Botura.
