A automação, entendida como a interação entre mecânica, eletrónica, software e dados, é o objetivo. No entanto, a realidade de muitas instalações de processo é hoje diferente: desenvolvida mecanicamente, transmitida de forma convencional, mantida com base na experiência — porque a automação tem sido, muitas vezes, encarada como um acrescento posterior, e não como parte integrante da arquitetura da instalação desde o início.
Para conquistar um leap to lead na tecnologia de processos, é necessário repensar: automação significa muito mais do que a abertura e o fecho automáticos de uma válvula — e isso desde o início. Tornamos os processos visíveis, os dados utilizáveis, e possibilitamos, assim, decisões mais sólidas.